Resolver Questões

331 | Medicina | Fisiatria
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Fisiatria
Sobre a Estimulação elétrica funcional, assinale a alternativa correta.
000332 | Medicina | Reumatologia
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Reumatologia
Pacientes com gonococcemia podem apresentar um quadro denominado de artrite-dermatite. Frente a essa situação qual é o antibiótico que deve ser prescrito?
332 | Medicina | Reumatologia
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Reumatologia
Pacientes com gonococcemia podem apresentar um quadro denominado de artrite-dermatite. Frente a essa situação qual é o antibiótico que deve ser prescrito?
000333 | Medicina | Reumatologia
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Reumatologia
As doenças autoinflamatórias apresentam patogenia complexa, sendo a utilização de corticosteroides uma ferramenta potente para o tratamento. Quando a resposta a essa terapia é insuficiente, qual dos seguintes medicamentos tem se mostrado eficaz, em função de seu mecanismo de ação?
333 | Medicina | Reumatologia
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Reumatologia
As doenças autoinflamatórias apresentam patogenia complexa, sendo a utilização de corticosteroides uma ferramenta potente para o tratamento. Quando a resposta a essa terapia é insuficiente, qual dos seguintes medicamentos tem se mostrado eficaz, em função de seu mecanismo de ação?
000334 | Medicina | Radiologia
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Radiologia
Homem, 67 anos, com histórico de adenocarcinoma de próstata, tratado há três anos, e doença óssea metastática conhecida, procura o pronto atendimento relatando dor lombar progressiva nos últimos dez dias. Descreve a dor como profunda, constante e que piora ao se deitar, acordando-o várias vezes durante a madrugada. Nas últimas 48 horas, notou dificuldade crescente para caminhar e sensação de fraqueza nas pernas, especialmente ao tentar subir degraus. Menciona ainda episódios de formigamento em ambas as coxas e dificuldade para controlar a micção desde a manhã do atendimento. No exame físico, apresenta marcha instável e fraqueza grau 4 na extensão dos joelhos, além de dorsiflexão dos pés. A sensibilidade tátil está diminuída na face anterior das coxas, e há hiperreflexia patelar bilateral. O toque retal mostra tônus esfincteriano reduzido. Pulsos periféricos presentes e simétricos. Sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Os exames laboratoriais iniciais mostram função renal preservada, hemograma sem alterações relevantes e cálcio discretamente elevado (10,8 mg/dL). A radiografia simples da coluna lombar evidencia colapso parcial do corpo vertebral de L2. Diante desse quadro clínico, qual a intervenção inicial apropriada enquanto se aguarda exame avançado de imagem?
334 | Medicina | Radiologia
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Radiologia
Homem, 67 anos, com histórico de adenocarcinoma de próstata, tratado há três anos, e doença óssea metastática conhecida, procura o pronto atendimento relatando dor lombar progressiva nos últimos dez dias. Descreve a dor como profunda, constante e que piora ao se deitar, acordando-o várias vezes durante a madrugada. Nas últimas 48 horas, notou dificuldade crescente para caminhar e sensação de fraqueza nas pernas, especialmente ao tentar subir degraus. Menciona ainda episódios de formigamento em ambas as coxas e dificuldade para controlar a micção desde a manhã do atendimento. No exame físico, apresenta marcha instável e fraqueza grau 4 na extensão dos joelhos, além de dorsiflexão dos pés. A sensibilidade tátil está diminuída na face anterior das coxas, e há hiperreflexia patelar bilateral. O toque retal mostra tônus esfincteriano reduzido. Pulsos periféricos presentes e simétricos. Sem febre ou sinais de infecção sistêmica. Os exames laboratoriais iniciais mostram função renal preservada, hemograma sem alterações relevantes e cálcio discretamente elevado (10,8 mg/dL). A radiografia simples da coluna lombar evidencia colapso parcial do corpo vertebral de L2. Diante desse quadro clínico, qual a intervenção inicial apropriada enquanto se aguarda exame avançado de imagem?
000335 | Medicina | Clínica Geral
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Clínica Geral
Homem de 62 anos, portador de linfoma difuso de grandes células B, iniciou seu primeiro ciclo de quimioterapia há 36 horas. Ele chega ao pronto atendimento por apresentar náuseas intensas, vômitos, dor abdominal difusa e sensação de fraqueza generalizada. Relata que, desde a noite anterior, urinou pouco, apesar de estar tentando manter boa hidratação oral, conforme recomendado pelo oncologista. No exame físico: Estado geral: cansado, mas orientado; PA: 104 x 66 mmHg; FC: 112 bpm; FR: 22 irpm; SpO 2 : 96% em ar ambiente. Sem sinais de congestão pulmonar. Abdome levemente doloroso, sem peritonismo. Extremidades perfundidas, sem edema, e sem sinais de desidratação grave. Os exames laboratoriais mostram: Potássio: 6,3 mEq/L; Fósforo: 6,8 mg/dL; Cálcio: 7,1 mg/dL; Ácido úrico: 12,7 mg/dL; Creatinina: 2,1 mg/dL (basal 1,0 mg/dL); DHL: 2.100 U/L; ECG: ondas T apiculadas difusas. A oncologia já havia prescrito hidratação endovenosa, nas primeiras 24 horas após a quimioterapia, com adesão parcial. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, porém com clara piora da função renal e distúrbios metabólicos graves. Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta prioritária apropriada nesse momento, além da administração de gluconato de cálcio?
335 | Medicina | Clínica Geral
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Clínica Geral
Homem de 62 anos, portador de linfoma difuso de grandes células B, iniciou seu primeiro ciclo de quimioterapia há 36 horas. Ele chega ao pronto atendimento por apresentar náuseas intensas, vômitos, dor abdominal difusa e sensação de fraqueza generalizada. Relata que, desde a noite anterior, urinou pouco, apesar de estar tentando manter boa hidratação oral, conforme recomendado pelo oncologista. No exame físico: Estado geral: cansado, mas orientado; PA: 104 x 66 mmHg; FC: 112 bpm; FR: 22 irpm; SpO 2 : 96% em ar ambiente. Sem sinais de congestão pulmonar. Abdome levemente doloroso, sem peritonismo. Extremidades perfundidas, sem edema, e sem sinais de desidratação grave. Os exames laboratoriais mostram: Potássio: 6,3 mEq/L; Fósforo: 6,8 mg/dL; Cálcio: 7,1 mg/dL; Ácido úrico: 12,7 mg/dL; Creatinina: 2,1 mg/dL (basal 1,0 mg/dL); DHL: 2.100 U/L; ECG: ondas T apiculadas difusas. A oncologia já havia prescrito hidratação endovenosa, nas primeiras 24 horas após a quimioterapia, com adesão parcial. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável, porém com clara piora da função renal e distúrbios metabólicos graves. Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta prioritária apropriada nesse momento, além da administração de gluconato de cálcio?
000336 | Medicina | Clínica Geral
Disciplina: Medicina | Banca: Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista – VUNESP | Assunto: Clínica Geral
Homem, 29 anos, portador de diabetes mellitus tipo 1 desde os 17 anos, é trazido ao pronto atendimento por sua namorada devido a quadro de fraqueza intensa, náuseas, dor abdominal difusa e respiração ofegante com início na manhã do mesmo dia. Ela relata que o paciente havia interrompido o uso de insulina basal, há 3 dias, porque acreditou que estava “comendo pouco demais” devido a uma virose. Depois disso, evoluiu com poliúria, polidipsia e perda acentuada de peso. Na avaliação de admissão: Estado geral: sonolento, porém despertável; Glasgow: 14; PA: 102 x 64 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 28 irpm, respiração profunda e ruidosa; SpO 2 : 97% em ar ambiente; Temperatura: 37,4 ºC. Pele seca, turgor diminuído. Halitose cetótica evidente. Abdome: dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. Exames laboratoriais iniciais: Glicemia: 458 mg/dL; pH arterial: 7,09; HCO 3 : 8 mEq/L; pCO 2 : 22 mmHg; Potássio: 4,9 mEq/L; Sódio: 132 mEq/L; Cetonas séricas fortemente positivas; Lactato: 1,9 mmol/L; Creatinina: 1,4 mg/dL. Foi puncionado acesso venoso calibroso e iniciada monitorização. O paciente encontra-se hemodinamicamente estável. Diante desse quadro, a primeira intervenção terapêutica apropriada é